A ciência da inclusão #01 – Coluna de Felipe Gruetzmacher

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A ciência da inclusão #01 - Coluna de Felipe Gruetzmacher

O propósito da coluna ciência da inclusão, escrita por Felipe Gruetzmacher, é sintetizar a escrita científica na forma de um pitch corporativo, como se a ciência fosse simplificada e transformada em palavras atrativas e poderosas. Ao final de cada resumo, Felipe traz sempre um ponto de conexão entre o contexto do Terceiro Setor e a pauta da diversidade e inclusão.

Na Coluna de novembro, Felipe traz  um breve resumo dos principais aspectos do artigo “Expectativa familiar sobre autonomia de filhos com deficiência intelectual e transtorno do espectro autista”.¹ 

Investimento Emocional

a coragem para amar quebra barreiras

A família pode ativar ou não o desenvolvimento da criança. Agora, a situação é bastante específica no caso de uma criança com deficiência intelectual ou autismo.
Os desafios enfrentados nesses contextos podem se agravar se a família não tiver grandes expectativas para os filhos e pensar somente no “aqui e agora”. 

Condições sociais e econômicas podem ser outros obstáculos para um crescimento saudável. A crença e a confiança dos pais nas crianças com deficiência podem ampliar as oportunidades delas. Assim, elas podem usufruir de uma vida mais autônoma e realizar as atividades do dia a dia e tomar as próprias decisões. Crenças familiares são estímulos poderosos! 

Até porque a deficiência não é um obstáculo se a criança se sentir acolhida e tiver suportes para progredir.

Educação, carinho, estratégias que valorizam o bem estar e os interesses são exemplos desses suportes.
Redes de suporte como amigos, especialistas em saúde, demais familiares e vizinhança podem apoiar os pais na tarefa de educar.

Por todos os motivos que já foram expostos, soluções do terceiro setor devem encorajar famílias a desenvolverem redes de suporte, sentimentos, confiança e fé no cultivo da autonomia da criança com deficiência. Até porque todas as pessoas merecem amor como combustível para um bem viver!

Ponto de conexão

o pitch e as estratégias de apoio às famílias

Identificar situações e vulnerabilidade social são outras estratégias para iniciar projetos que apoiam famílias a superar tais contextos adversos. Dessa forma, fomentar o empreendedorismo ou facilitar o ingresso no mercado de trabalho podem ser opções interessantes para que as famílias conquistem maior renda, poder aquisitivo e qualidade de vida. O grande mérito desse pitch é colocar as demandas estudadas pela Universidade na mira do terceiro setor através das palavras certeiras.

Felipe Emilio Gruetzmacher 
ASID Brasil – 2023

 

 

Referências:

¹ CHOINSKI, André Marques; et al. Expectativa familiar sobre autonomia de filhos com deficiência intelectual e transtorno do espectro autista. Badajoz, 2023, v. 1, n. 1, jul. 2023. 
Disponível em: https://revista.infad.eu/index.php/IJODAEP/article/view/2510/2150

 

Sobre o autor:

Felipe Gruetzmacher é um escritor que acredita muito no potencial de combinar ciência, esforços empresariais e projetos sociais. Tem interesse em estudar como essas três partes podem colaborar entre si.
Se você é algum empresário, organização do terceiro setor ou cientista e quer cocriar conosco, deixe seu comentário!

 

Sobre a ASID Brasil:

A ASID Brasil é uma ONG que promove a inclusão socioeconômica da população com deficiência. Através dos pitches e pesquisas, a ASID Brasil entende melhor o cenário para oferecer sempre uma solução bem segmentada e focada nas dores dos beneficiários. Nossa literatura é uma forma de inovação social e bom uso de informações e dados para impactar o ecossistema de inclusão. Somos agentes empreendedores que alcançam a excelência realizando mudanças sociais movido a metodologias, estudos e inteligência plural.

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Nossa Missão

Existimos para quebrar as barreiras socioeconômicas que excluem a pessoa com deficiência.

Selo Amigo Do Surdo Branco Redondo Hugo

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Em alinhamento com a Lei Geral de Proteção de Dados, garantimos a confidencialidade, segurança e integridade de seus dados pessoais, prevenindo a ocorrência de eventuais danos em virtude do tratamento dos mesmos. Para as solicitações dos titulares de dados, por favor, nos envie um e-mail.

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Inovação Social #01 – Coluna de Leonardo Mesquita

Inovação Social #01 - Coluna de Leonardo Mesquita

Começamos a coluna especial da ASID Brasil sobre Inovação Social. Aqui, vamos conversar sobre processos, ferramentas e boas práticas de inovação social para a construção de uma sociedade inclusiva, sempre no contexto da pessoa com deficiência.

Na Coluna de novembro, Léo traz reflexões sobre o CAMP 2030, uma Laboratório de inovação vivenciado no mês de setembro em Nova York!

É possível mudar o mundo em uma semana?

O desafio de um laboratório de inovação SociaI

E para nossa primeira reflexão, iniciamos com um grande desafio: é possível mudar o mundo em apenas uma semana? Não quero criar falsas expectativas, então já adianto que muito provavelmente não faremos isso neste curto espaço de tempo. Quando digo “mudar o mundo”, quero dizer resolver as várias contradições que observamos e sentimos, como desigualdades, situações de extrema vulnerabilidade socioeconômica, mudanças climáticas, entre tantas outras pautas sociais, econômicas e ambientais. 

Muitas, ou talvez todas, se conectam com a principal atuação da ASID Brasil: a inclusão e diversidade. Além disso, estamos falando de problemas complexos que exigem soluções e articulações complexas. Podemos tomar como exemplo todo um histórico de lutas e conquistas por direitos, que caminham ao longo de séculos. Ou ainda a estruturação de agendas comuns, como a Agenda 2030 ao promover os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS – ONU), ou mais recentemente as discussões de uma cultura ESG, focada em negócios que sejam social e ambientalmente responsáveis. São milhares de pessoas discutindo essas pautas, avançando em muitas delas, mas talvez ainda distante de uma completa solução.

Essa foi uma provocação que chegou até mim no início de 2023. Recebemos o convite para participar em um laboratório de inovação social chamado Camp 2030. O convite, de uma organização social de Nova Iorque, nos Estados Unidos, chamada Unite 2030, foi direcionado para lideranças de todo o mundo e que teriam interesse em construir soluções conectadas com os ODS. Um grande desafio, mas que me deixou muito empolgado.

Diário de bordo de inovação social

da modelagem à solução

Com apoio de toda a equipe da ASID Brasil, nos inscrevemos e fomos selecionados para o programa CAMP 2030. Ele aconteceu em setembro de 2023 durante cinco dias. Mais de 100 pessoas, representando 20 países, participaram neste evento.

Esse laboratório se baseia em metodologias de inovação social, ou seja, alguns processos para diagnosticar uma demanda social e, a partir desse contexto, gerar ideias e modelar uma solução. Seu ponto fundamental parte da identificação individual ou coletiva com uma demanda social e a construção de soluções a partir de trocas. E esse é um processo comum em nosso contexto de organizações sociais, mas que nem sempre está bem estruturado. 

No primeiro dia de laboratório, fomos divididos em equipes. No meu caso, minha equipe era composta por mim, representando o Brasil, uma pessoa do Canadá, outra da Arábia Saudita e outra da Austrália. Além do desafio do idioma, tivemos que lidar com as diferenças culturais, de valores pessoais e das diferentes vivências individuais.

O cenário de diversidade também é comum em projetos sociais com os quais atuamos: equipes compostas por diferentes pessoas, diferentes partes interessadas no projeto, diferentes públicos que serão beneficiados por essas iniciativas. Assim, um pilar fundamental neste processo é a capacidade de lidar com diferenças, de acolher diferentes pontos de vista e mediar e construir novas ideias a partir dessa variedade de contextos.

A diversidade é fundamental para um processo de inovação. Apesar dessas diferenças, todas as pessoas tinham em comum a vontade de propor soluções e essa é a conexão fundamental. Nos dias seguintes, passamos por diferentes etapas no processo de inovação social:

  • Identificação de um problema ou demanda social
  • Estudo e detalhamento de um público-alvo
  • Geração e conexão de ideias
  • Modelagem de uma solução e plano de ação
  • Construção de um discurso para apresentar a uma banca

O processo foi intenso e aprendemos que essa construção é cíclica, ou seja, avançamos, analisamos e, muito provavelmente, voltamos atrás para adequar nossa trajetória. Nessa jornada, há muitas trocas e aprendizados, mas também há muitos conflitos que precisam ser contornados.

Ao final dos cinco dias, encerramos o processo com a entrega de nosso plano de ação após apresentá-lo a uma banca. O sexto dia foi o encerramento do evento, onde todas as pessoas participantes se reuniram em um teatro na cidade de Nova Iorque e onde seriam anunciadas as soluções finalistas em cada ODS. Nesse momento, fomos surpreendidos com o anúncio de que nossa equipe foi uma das finalistas.

Esse foi um reconhecimento muito importante e gratificante! Mas o principal ponto com o qual podemos aprender aqui é a experiência de construir coletivamente. Em cinco dias, com pessoas de diferentes partes do mundo, que acabaram de se conhecer, conseguimos estabelecer uma comunicação e um alinhamento para um objetivo comum. Nesse laboratório, passar pelo processo de inovação era o grande objetivo. As soluções criadas demandam, claro, de um aprofundamento. Esse trabalho, se for continuado, é um processo de meses, talvez anos.

Assim, podemos pensar juntos em nosso contexto em organizações sociais: como você está construindo coletivamente com suas equipes? Qual o nível de atenção que você está dando para a compreensão do contexto local, das necessidades dos públicos que você busca beneficiar? E qual o nível de participação deste público na construção das soluções com você?

O processo de inovação social é um processo coletivo.
E vamos detalhar mais ainda esses passos para que, juntos, possamos ampliar nossos resultados e impacto. Nos próximos textos, vamos trazer exemplos, boas práticas, ferramentas e outras provocações sobre impacto social. Essa discussão já começou na Comunidade Conexões da ASID Brasil, com a Oficina de Inovação Social. Nossa Comunidade é gratuita e você acessa os materiais e gravação gratuitamente. Saiba mais e faça parte:
https://asidbrasil.org.br/para-organizacoes

De fato, não vamos conseguir mudar o mundo em uma semana, mas nesse período, certamente podemos acender a faísca para uma grande e coletiva transformação.


Leonardo Mesquita
ASID Brasil 2023

 

 

Sobre o autor:

Leonardo Mesquita é especialista em Gestão de Projetos Sociais e certificado em Lideranças de Inovações Sociais. É graduado em Engenharia de Computação e há 7 anos atua na ASID Brasil, liderando articulações de comunidades e processos de inovação social dentro da causa da pessoa com deficiência. Já esteve envolvido na coordenação de programas de voluntariado. Léo escreve sobre inovação social, ODS e como conectamos essas pautas com a causa da pessoa com deficiência.

 

Sobre a ASID Brasil:

A ASID Brasil é uma ONG que promove a inclusão socioeconômica da população com deficiência. Através dos pitches e pesquisas, a ASID Brasil entende melhor o cenário para oferecer sempre uma solução bem segmentada e focada nas dores dos beneficiários. Nossa literatura é uma forma de inovação social e bom uso de informações e dados para impactar o ecossistema de inclusão. Somos agentes empreendedores que alcançam a excelência realizando mudanças sociais movido a metodologias, estudos e inteligência plural.

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Mutirão Voluntário de Saúde

Imagem de fundo roxo como título Mutirão de Saúde - oportunidades especiais
Imagem de fundo roxo como título Mutirão de Saúde - oportunidades especiais

Vamos impactar o mundo com o voluntariado?

Mutirão da Saúde promovido pela ASID Brasil oferece ações educativas, cuidados com a saúde e atendimento de baixa complexidade!

Se você se encaixa nesses nichos e quer atuar voluntariamente seu profissionalismo pode gerar muita mudança social:

    • pediatria / neuropediatria / médico/a geral
    • odontologia
    • oftalmologia
    • fisioterapia
    • nutrição

Quem vamos atender?

Atenderemos crianças e adolescentes de 0 a 17 anos com os seguintes tipos de Deficiência: Física, Intelectual, Psicossocial, Visual, Auditiva, Múltiplas e Transtorno do Espectro Autista através de mutirões.

Quais atendimentos vamos oferecer?

    • Oferta de ações educativas, conscientização, cuidados com a saúde e atendimentos de baixa complexidade;
    • Promoção da inclusão social e o empoderamento de pessoas atendidas;
    • Garantir que os beneficiários tenham acesso a recursos e serviços para se desenvolverem.

      O primeiro mutirão acontecerá dia 15 de julho
      e está com inscrições abertas para voluntários. 

 

Logo Oportunidades Especiais

Sobre o Projeto Oportunidades Especiais

O mutirão é uma ação do Projeto Oportunidades Especiais. O propósito do projeto Oportunidades Especiais é apoiar crianças e adolescentes com deficiência a acessar serviços indispensáveis para o desenvolvimento deles. O público alvo é composto por crianças e adolescentes com deficiência física, intelectual, psicossocial, visual, auditiva, múltiplas e transtorno do espectro autista na faixa etária dos 0 a 17 anos e residentes em Curitiba.  Queremos gerar transformação conectando o público alvo com saúde, educação, mobilidade, empregabilidade e demais serviços essenciais. Vamos juntas e juntos!

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Relatório de Impacto ASID Brasil 2022: um compilado dos nossos resultados sociais.

Relatório de Impacto ASID Brasil 2022: um compilado dos nossos resultados sociais.

Cada organização impacta as pessoas de um jeito bem único. Assim, o terceiro setor impacta a diversidade com projetos sociais e propósitos bem específicos. 

A ASID Brasil é uma plataforma referência em soluções focadas na inclusão socioeconômica das pessoas com deficiência. Divulgar nosso relatório de impacto 2022 é muito mais do que apresentar nossos resultados, engajar a audiência e focar em ser transparente. 

É mostrar nossos esforços combinados com o objetivo de construir uma sociedade mais inclusiva. Dessa forma, o artigo vai apresentar algumas partes essenciais do nosso relatório:

  • A estrutura e os diferenciais mais relevantes da ASID Brasil;
  • as características mais fundamentais do modelo ASID Brasil depois do processo de rebranding;
  • Números de impacto, projetos e casos;
  • Nossos valores e pilares centrais.

O que queremos comunicar com o relatório?

Apresentamos novo posicionamento ASID Brasil como uma aliada da inclusão e o que significa isso em termos práticos.   Indicamos os valores principais como conectividade, cultura de inovação, especialidade e empreendedorismo.

No relatório apresentamos um resumo dos nossos projetos executados em 2022. O documento faz rápidas menções a indicadores, números impactantes, soluções implementadas, empresas apoiadoras, casos de beneficiários, nossa presença na imprensa e o projeto “embaixadores ASID Brasil”. 

Os diferenciais do modelo ASID Brasil:

  1. Razão de ser: A ASID Brasil executa projetos com o objetivo de romper barreiras que excluem a pessoa com deficiência do convívio social e impedem a ascensão e inclusão econômica.
  2. Nossa experiência e o know-how: Nós, Asiders, promovemos a inclusão socioeconômica da pessoa com deficiência. Lidamos com um conjunto de atores sociais, empresas, organizações e pessoas com deficiência para construirmos uma sociedade mais acolhedora. Fomentamos a aliança com a inclusão!
  3. Nossas ações: Criamos, implementamos e disseminamos metodologias de impacto social a partir de métodos validados, pesquisas aprofundadas e foco na evolução dos indicadores. Somos aliados da inclusão!
  1. O Jeito ASID Brasil de ser: Temos um DNA empreendedor. Temos uma equipe resiliente e focada em impactos sociais! Somos uma inteligência plural e um coletivo de ideias em constante adaptação e mutação.

A ASID Brasil depois do rebranding:

Nosso amadurecimento organizacional e 13 anos de atuação no terceiro setor, a situação pedia por um reposicionamento de marca.  

O desafio é respeitar nosso passado e legado sem que isso seja um obstáculo para a inovação social e melhoramento de processos. 

As circunstâncias pediam novos posicionamentos e novas maneiras de comunicar nossa proposta de valor para o mercado, beneficiários e demais stakeholders. 

Cocriamos o rebranding com apoio do AdversoLab, um laboratório de design inovador com foco em impacto social. 

Nosso trabalho em alguns números e casos de estudo:

  • 97 Pessoas com deficiência e familiares que geraram ou aumentaram sua renda.
  • 352 Pessoas com deficiência e familiares que evidenciaram novas rotinas/redes de apoio.
  • 8.040 Total de Beneficiários Indiretos.
  • 20.000 pessoas atendidas pelas organizações parceiras da Rede ASID.

Solução destaque – Projeto Ensina Itinerante:

O propósito dessa solução é promover a inclusão de pessoas com deficiência intelectual de 16 a 30 anos residentes em Curitiba, Paraná. A equipe da ASID apoiou o público alvo no desenvolvimento de novas habilidades.

Para isso, o trabalho foi realizado por meio de oficinas temáticas durante um período de 12 meses. Os temas abordados foram arteterapia, esporte e gestão financeira.
O total de alunos inscritos foi de 133, sendo que destes, 53 estavam dentro do público alvo. Somente 4 desistiram. 

O funcionamento do projeto era focado em consolidar parcerias com instituições e levar oficinas construtivas para escolas.

Case de sucesso – Embaixadores ASID Brasil:

É imprescindível a presença de pessoas com deficiência no diálogo sobre inclusão! 

Por isso, a ASID Brasil iniciou o projeto “Embaixadores ASID Brasil”, cujo propósito é consolidar uma comunidade de representantes da pauta inclusiva e:

  1. divulgar ações ASID Brasil;
  2. colaborar na construção coletiva de projetos;
  3. gerar conteúdo;
  4. engajar o movimento das pessoas com deficiência.

A ASID Brasil conta com dois embaixadores, Vitória Behs e Claudio Aleoni Arruda. 

Eles representarão todo o jeito ASID de dialogar sobre inclusão. 

Valores e pilares:

  • A ASID Brasil apresenta esses valores que caracterizam todo o nosso diferencial:

    1. Cultura de inovação: encontrar sempre novas possibilidades de cocriação e implementação de soluções;
    1. Conectividade: todas as nossas ações provocam conexões para suprir as necessidades dos nossos beneficiários;
    1. Especialidade: assimilar o conhecimento, o know-how e a experiência necessária para ativar o impacto social. Somos especialistas em provocar mudanças;
    1. Empreendedorismo: A ASID Brasil tem um DNA empreendedor muito focado em entregar resultados sociais.

    Há palavras-chave e pilares que sustentam todos os processos organizacionais e expressam toda a essência ASID Brasil:

    1. Expansão: é o modo como o nosso modelo de negócios foca em expandir o impacto gerado a partir de estratégias certeiras; 
    1. Disseminação: potencializar o impacto social para que as mudanças sociais gerem efeitos de contágio e ativem nossa rede de stakeholders;
    1. Inclusão: a combinação entre expansão e disseminação amplia a inclusão das pessoas com deficiência, assim como consolida redes de suporte e traz maior robustez para as mudanças sociais. É um agir territorial com ênfase na mudança da realidade das pessoas com deficiência.

    O ano de 2022 gerou muitos momentos memoráveis para a nossa ASID Brasil! 

    Venha fazer parte dessa história! Acesse o relatório de impacto no botão abaixo para saber mais:

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Dia dos Namorados e a Pessoa com Deficiência – Saiba mais

Dia dos Namorados e a pessoa com deficiência - Saiba mais:

A chegada do dia dos namorados é uma oportunidade imperdível para dialogar sobre amor, relacionamentos, sexualidade, diferenças e pessoas com deficiência.

Esse post está dividido em 3 partes:

  • Falaremos sobre o E-book “Vivências da sexualidade na deficiência e a compreensão de gênero”;
  • A marca de roupas Reserva que incluiu a pessoa com deficiência na campanha de dia dos namorados;
  • Dicas de séries, filmes

O amor no cotidiano das pessoas com deficiência.

A parceria entre a ASID Brasil e o Instituto Mara Gabrilli foi a responsável por criar um E-book intitulado “Vivências da sexualidade na deficiência e a compreensão de gênero”. O propósito de colocar a obra à disposição da audiência leitora foi fornecer ferramentas para profissionais e famílias que lidam com pessoas com deficiência. A ideia é trazer reflexões sobre a sexualidade e o gênero dentro do contexto das pessoas que apresentam alguma deficiência.

Ampliar a consciência de que o amor e os aspectos citados são universais e podem ser usufruídos por qualquer indivíduo rompe muitas barreiras, preconceitos e fomenta atitudes mais inclusivas. O maior mérito da obra é comunicar esses assuntos de maneira técnica, bastante profissional e, ao mesmo tempo, leve e dinâmica.

Afinal, amor, sexualidade e gênero são direitos humanos!

Leia nosso E-book “Vivências da sexualidade na deficiência e a compreensão de gênero”

Representatividade no dia dos namorados! O amor rompe barreiras!

A frase impactante “o afeto move montanhas” sintetiza toda a cultura da marca de roupas Reserva! Ela comercializa peças de alta moda e streetwear brasileiras com um toque inclusivo. 

A marca já acrescenta acessibilidade, pois tem uma linha de roupas adaptadas para com mobilidade reduzida.

Com as adaptações necessárias, é possível oferecer conforto, qualidade e comodidade para o público com deficiência. 

Já o Instagram da marca Reserva apresenta um post sobre o romance do casal Andrea Schwarz e Jacques Haber. Sendo que o amor é universal e todos têm direito ao afeto, o post acaba naturalizando as diferenças humanas, enfatizando mais as pessoas do que qualquer outro aspecto.

A riqueza da diversidade está na natureza e na singularidade de todos nós!

Andrea Schwarz e Jacques Haber se conheceram em 1998 na escola. Depois do namoro de um ano, ela perdeu a mobilidade e teve que usar uma cadeira de rodas. O amor deles sempre foi muito forte! Posteriormente, veio o casamento e dois filhos. Eles, então, iniciaram o trabalho com inclusão. 

O marketing que traz uma maior representatividade das pessoas com deficiência é imprescindível para fomentar o debate em torno da inclusão e da responsabilidade que as empresas têm em acolher os diversos públicos.

Dicas de filme e séries!

Dicas culturais filmes no Amazon Prime:

  • Alguém que eu costuma conhecer: Allly, uma workaholic assumida, viaja para a cidade natal e reencontra Sean, o primeiro amor dela. Logo, Ally passa a se questionar sobre tudo o que acontece na vida. As coisas se complicam quando surge a noiva de Sean, Cassidy.
  • Mais cedo morto do que casado: A protagonista é Mariana, uma mulher que se dedica a planejar casamentos por considerá-los uma farsa. Ela até termina o próprio namoro quando ela é pedida em casamento. Agora, Mariana fica encarregada de planejar o casamento do ex-noivo!
  • Doentes de amor: Essa comédia romântica explora amor e conflitos culturais quando o paquistanês Kumail se apaixona por Emily, uma moça branca.
  • Um presente para Tiffany: Nesse romance natalino, um simples anel de noivado transforma completamente a rotina e a vida de uma mulher.

Dicas culturais filme e série na Netflix:

  • Série Amigas para sempre: A série traz reflexões sobre fama, relacionamentos, sexualidade, conflitos, família. De forma leve, profunda e cheia de sensibilidade, as reflexões são trazidas sobre a perspectiva das duas amigas e revelam pequenas surpresas a cada capítulo.   
  • O lado bom da vida: Pat volta a viver na casa dos pais, depois de passar um período em uma instituição. O rapaz quer reconstruir a vida depois do ocorrido. As coisas ficam bastante complexas quando ele atende a misteriosa Tiffany. Ela quer ajudar Pat a reconquistar a esposa dele, somente se ele fizer algo muito importante para Tiffany.

Por fim…

O amor é uma construção constante! Exige esforço de ambas as partes para fortalecer os sentimentos, a união, bons momentos e partilhar felicidade. 

O relacionamento nesses termos cresce impulsionado pelas semelhanças nos gostos e transforma diferenças em complementos.

É hora de dizer “sim” ao amor maduro e que naturaliza a diversidade das pessoas!

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Projeto da ASID Brasil aparece no Estadão!

ASID Brasil na coluna "vencer sem limites"
ASID Brasil na coluna "vencer sem limites"

Projeto da ASID Brasil aparece no Estadão!

Um dos meios mais eficazes para romper a bolha da invisibilidade e dialogar com a causa da pessoa com deficiência é compartilhar informação.

É um ganho de credibilidade para todos os stakeholders do ecossistema inclusivo!

Na coluna “Vencer limites” do Estadão escrita por Luiz Alexandre Souza, o projeto “Mais Educação: As Diferenças Que Constroem” foi citado como um exemplo de boa prática focada em inclusão.

O projeto parte do pressuposto de que cada contexto merece uma solução específica.

Portanto, as pessoas com deficiência que residem em regiões mais remotas merecem uma atenção especial por parte das instituições.

“As respostas institucionais requerem um olhar atento para a cultura local, demandas, necessidades, gostos e tendências dessas microrregiões.”

Assim, o “Mais educação: as diferenças que constroem” consolida parcerias com o Instituto BrasilAgro e a Secretaria Municipal da Educação de São Raimundo das Mangabeiras (MA) com o propósito de fortalecer lideranças escolares e docentes.

A partir da parceria, são organizadas e executadas estratégias focadas na inclusão de pessoas com deficiência no ensino regular em 18 escolas da cidade.

Para isso, foi inicialmente feito um diagnóstico sobre a situação local, o que originou uma série de conversas e rodas de diálogos sobre:

• história do povoado

• capacitismo;

• preconceito

• diferenciação das deficiências;

• ritmos de aprendizagem diferenciados;

• transtorno do espectro autista, déficit de atenção com hiperatividade.

Um guia de boas práticas será elaborado para orientar profissionais da região.

Fora isso, foi analisado o desafio de inclusão no mercado de trabalho, pois prevalece a informalidade nesses povoados, bem como muitos obstáculos para acessar laudos e benefícios.

Diante dessas situações, o projeto incorporou o conceito de hiperlocalismo, cujo foco é alinhar projetos sociais, produtos ou serviços ao contexto e particularidades locais.

Muita escuta ativa e rodas de conversa foram fundamentais para alcançar êxito.

Luiz Alexandre Souza usou o exemplo do “Mais educação: as diferenças que constroem” para falar sobre a atual conjuntura das pessoas com deficiência residentes em povoados distantes dos grandes centros.

Os argumentos e o exemplo serviram de base para citar os obstáculos que o governo eleito terá que enfrentar para garantir inclusão em todas as regiões do Brasil.

É DEMOCRATIZAR O DIREITO DE SER DIFERENTE!

Existem muitos Brasis em um mesmo Brasil! Somos muito diversos!

Afinal, num país continental como o nosso, a aplicação de soluções únicas e padronizadas não funciona! É preciso inventar, recriar e cocriar o modo de fazer política com as fatias populacionais de cada localidade com muito trabalho de base e comunicação.

Políticas públicas podem ganhar muito em efetividade, eficiência e entregar resultados bem robustos se incorporarem o critério do hiperlocalismo, por exemplo.

Transformar o Brasil exige conhecer a realidade dos nossos Brasis e do nosso povo.

O artigo de Luiz Alexandre Souza foi muito oportuno ao citar essas problemáticas e esses temas, pois tanta visibilidade é imprescindível para construir um conhecimento crítico e agir segundo critérios técnicos.

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Programa Empreenda: Vidas transformadas!

Capa do catálogo Empreenda 2022
Capa do catálogo Empreenda 2022

Programa Empreenda: Vidas transformadas!

Logo Projeto Empreenda

A vida de uma pessoa com deficiência e seus familiares tem um contexto bem particular. A inserção no mercado de trabalho é um desafio e tanto! Existem barreiras como:

  • Cultura capacitista nas organizações;
  • Falta de flexibilidade nos horários;
  • Baixos salários;
  • Dificuldade em conciliar a rotina laboral com tratamento médico.

Portanto, o empreendedorismo pode ser uma alternativa econômica interessante!

A ASID Brasil em parceria com parceiros-estratégicos oferece o programa Empreenda cujos focos são:

  • Gerar ou aumentar renda através do empreendedorismo para pessoas com deficiência e familiares;
  • Permitir flexibilidade de horários;
  • Cultivar habilidades empreendedoras e o protagonismo da pessoa com deficiência;
  • Criar uma rede robusta de pequenos negócios locais.

Nesse cenário, projetos como o Empreenda Natal, Empreenda Risotolândia, Empreenda Bradesco e Empreendedorismo para Todos transformaram a vida de mais de 50 pessoas que puderam apostar no próprio talento com as ferramentas técnicas certas.

Vitrine virtual: uma estratégia para aumentar as vendas.

A ASID Brasil divulga ofertas, soluções, produtos e serviços dos beneficiários dos projetos empreendedores através de catálogos virtuais. Isso ajuda no aumento das vendas com estratégias focadas em divulgação que seguiam esses passos:

  • Aproveitar a sazonalidade de datas comemorativas para engajar a audiência das redes sociais;
  • Divulgar os produtos nos stories do instagram ASID Brasil;
  • Criar um destaque para esses stories;
  • Oferecer um catálogo de ofertas para os consumidores.
  • Visibilidade para propostas de impacto social;
  • Fortalecimento de uma rede de pequenos negócios justos;
  • Ofertas de qualidade;
  • Maior facilidade para o consumidor acessar produtos com preços acessíveis;
  • Consolidação do ecossistema inclusivo.

Tudo isso agrega credibilidade para a rede de pequenos negócios locais, amplia o lucro e o impacto social!

Capa do catálogo Empreenda 2022

Vamos conhecer os catálogos que já foram divulgados?

A ASID Brasil juntou diversas ofertas de empreendedores e empreendedoras num mesmo catálogo especial para o natal 2022. Confira!

  • Catálogo Empreenda 2022
  • Catálogo Dia dos Namorados 2022
  • Catálogo Dia das Mães 2022
  • Catálogo de Páscoa 2022
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Feira de Emprego encoraja protagonismo profissional de pessoas com deficiência

Banner da feira do emprego para pessoas com deficiência
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Feira de Emprego encoraja protagonismo profissional de pessoas com deficiência

Promover conexões entre empresas e pessoas com deficiência. Esta é a proposta da Feira de Emprego para Pessoas com Deficiência, cujas inscrições foram abertas até dia 12 de agosto. Realizada pela Ação Social para Igualdade das Diferenças (ASID Brasil), em parceria com o Departamento dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Curitiba (PR), a iniciativa ocorrerá no dia 17 de agosto, no Salão da Secretaria da Pessoa com Deficiência, na Rua Schiller, nº 159, no Cristo Rei. 

Banner feira do emprego para pessoas com deficiência.

A finalidade da feira é aumentar a inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, criando oportunidades para o desenvolvimento de suas habilidades e do protagonismo em suas trajetórias profissionais. “A feira é destinada a pessoas com deficiência, maiores de 18 anos, que gostariam de ter uma oportunidade de ingressar no mercado de trabalho formal, ou seja, no mundo do trabalho. Além disso, o evento possibilitará trocas de aprendizado, sociabilidade e inclusão para todos os participantes da feira”, afirma Diogo Neves Melo, Diretor de Projetos Governamentais da ASID Brasil. 

Em um estudo sobre a temática, a ASID constatou que a ausência de oportunidades de capacitação e desenvolvimento e a baixa disseminação de dados sobre os tipos de deficiência e suas potencialidades são os principais obstáculos para a inclusão profissional de pessoas com deficiência. Esse cenário desencadeia desigualdade salarial e de oportunidades em comparação a quem não possui deficiência. 

Para encorajar ações que mudem esse panorama, a ASID realizará uma sensibilização com as empresas que contratarem uma ou mais pessoas com deficiência durante a feira. Esta sensibilização será realizada com os gestores das corporações e terá duas horas de roda de conversa e materiais de estudo selecionados. 

A Feira de Emprego para Pessoas com Deficiência funciona apenas com horários agendados, no período da manhã e da tarde, e as empresas podem se inscrever clicando no link. Já os participantes podem se inscrever clicando aqui. (links válidos até a data da feira)

Humanização do ambiente corporativo

A inserção no mercado de trabalho não contribui apenas com a autonomia da pessoa com deficiência, como também promove empoderamento, sensação de produtividade e de pertencimento a um grupo. Todos esses fatores culminam em repercussões sociais, psicológicas e no exercício da cidadania.

Consequentemente, as empresas também são beneficiadas, já que uma equipe de profissionais inclusiva gera inúmeros impactos positivos para os empregadores, revela a consultoria Mckinsey & Company. As diferentes características de cada um corroboram para trazer múltiplas ideias, perspectivas e soluções de problemas. Quando as empresas investem em diversidade e inclusão, isso se torna uma vantagem competitiva, pois as equipes possuem maior capacidade de adaptação e se tornam mais eficazes e inovadoras. 

A Mckinsey reforça que funcionários de empresas comprometidas com a diversidade têm cerca de 150% mais chances de propor novas ideias e alternativas para o trabalho. O conjunto de habilidades variadas se complementa e ajuda a humanizar as empresas, criando um ambiente organizacional motivador e preparado para a resolução de conflitos.  Por isso, as companhias que se preocupam com a inclusão estão mais propensas a colher bons resultados.

Segundo a ASID, “além de estarem conforme a legislação de cotas e com o cumprimento da responsabilidade social, as empresas também ganham com a inclusão e diversificação de seu quadro de colaboradores. A inclusão de pessoas com deficiência promove um ambiente humanizado, diversificado e coletivo, além de dar oportunidade para potencializar futuros profissionais”, pontua Diogo Neves Melo, da ASID Brasil.

Como se apresentar numa entrevista de emprego?

Na ASID, o time de comunicação, os integrantes do projeto Empreenda e a equipe de RH uniram forças para criar uma cartilha com as principais perguntas feitas pelos profissionais encarregados de atrair talentos. O propósito foi simplificar o entendimento do modo como o processo funciona e o porquê das questões. 

Dessa forma, os candidatos podem muito mais ideias e insights para responder a partir do seu contexto e das suas ambições.

A lógica é se colocar no lugar do entrevistador para trazer respostas mais certeiras, porque a conquista do emprego exige muita negociação e empatia.  😍 

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Metodologia sensibiliza gestores, empresas e acompanha plano de carreira:

Reunião de trabalho
Reunião de trabalho

Metodologia sensibiliza gestores, empresas e acompanha plano de carreira:

Claudia Ribeiro tem esquizofrenia leve, é graduada em Tecnologia da Informação (TI) e pós-graduada em Gestão Administrativa. Cuida dos pais idosos, adora ler, assistir a séries e constantemente realiza cursos online. Com mais de 20 anos de atuação nas áreas administrativa e de TI e Marketing Digital, Claudia deseja ser uma profissional de grande sucesso e colaborar com o desenvolvimento da sociedade.

Entretanto, quando se trata da inserção profissional, Claudia enfrenta um cenário muito mais adverso, devido à deficiência psicossocial, em comparação a pessoas sem deficiência. Frequentemente, os recrutadores atribuem a esquizofrenia ao baixo intelecto sendo que, na realidade, a profissional tem facilidade em aprender atividades tecnológicas e tem um bom relacionamento interpessoal.

De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), divulgada pelo Ministério da Economia, 486.756 mil pessoas com deficiência (PcD) estão empregadas formalmente dentro de um total de 46 milhões de pessoas com vínculo empregatício. Isso corresponde a apenas 1% dos registros nesse mercado. Apesar de a estatística não incluir a informalidade, ela retrata uma realidade bastante desfavorável para quem possui alguma deficiência.

Um estudo elaborado pela Ação Social para Igualdade das Diferenças (ASID Brasil) constatou que os principais desafios para a inclusão profissional de pessoas com deficiência são a falta de oportunidades de capacitação e desenvolvimento e a baixa difusão de informações acerca dos tipos de deficiência e suas potencialidades, resultando em desigualdades salariais e de oportunidades.

Para assegurar a equidade no mercado, a Lei de Cotas para pessoas com deficiência ( Lei 8213/91) foi criada há mais de 30 anos. A legislação estabelece que empresas com 100 ou mais funcionários devem destinar de 2% a 5% das vagas para quem possui deficiência.
Porém, vários problemas ainda persistem, como a baixa adesão das empresas à lei, a falta de adaptabilidade das empresas (tanto estruturalmente quanto no quesito comportamental), preconceito, desconhecimento sobre deficiência e a ausência de plano de carreira.

“A lei de cotas é fantástica para mitigar um pouco dessa desigualdade entre pessoas com deficiência e pessoas sem deficiência, mas não estabelece nenhum desenvolvimento, apoio público ou capacitação. É uma lei generalista e não ajuda a empresa no desenvolvimento da estratégia de inclusão”, explica Matheus Garcia, diretor comercial da ASID. Ele acrescenta que é frequente uma maior preocupação em seguir a lei do que tornar o ambiente inclusivo.

Dados de uma pesquisa sobre pessoas com deficiência conduzida pela Infojobs, empresa de tecnologia para recrutamento, mostram que 78% dos profissionais foram desacreditados por seus líderes e recrutadores, assim como Claudia. Muitos líderes também não sabem lidar com pessoas com deficiência e a adaptação necessária para a contratação faz as empresas desistirem de promover a diversidade ou limitarem as vagas para apenas alguns tipos de deficiência.

Emprego apoiado ultrapassa visão assistencialista:

O Emprego Apoiado foi criado há mais de 30 anos para que as corporações façam a inclusão de maneira consciente, A metodologia é usada em diversos países como Espanha, Canadá, Portugal e Estados Unidos e chegou ao Brasil recentemente. A modalidade considera que toda pessoa com deficiência é capaz de entrar no mercado de trabalho desde que exista acessibilidade e o apoio necessário. Isso significa que a deficiência é incluída sem barreiras e estigmas.

Cada pessoa recebe um acompanhamento personalizado para o reconhecimento de suas habilidades e aptidões. A metodologia ajuda a desenvolver o lado profissional da PcD, preocupando-se também com o plano de carreira, o gerenciamento de desafios e o alcance de posições de trabalho adequadas para a conquista da autonomia.

Este processo visa promover impactos reais na vida das pessoas e é dividido em três etapas: perfil vocacional, desenvolvimento do emprego e acompanhamento pós-colocação. No momento inicial, é preciso encontrar os pontos fortes, objetivos e as demandas do candidato. Nesta etapa, são conduzidas entrevistas com PcDs e seus familiares para que também sejam avaliados o ambiente em que eles vivem e suas rotinas.

Após a elaboração do perfil vocacional, inicia-se a busca por uma vaga no mercado de trabalho que se encaixe com a pessoa com deficiência. Uma análise verifica todos os aspectos culturais da vaga e da empresa, sua adequação ao apoio do qual o candidato precisa e a acessibilidade. Com a contratação, deve-se dar prosseguimento à inclusão, que ocorre com todos os membros das corporações.
Vivências e workshops para que as pessoas conheçam as deficiências e suas particularidades sensibilizam os colaboradores, auxiliandoos a desenvolver empatia pela pessoa com deficiência.

Quando a empresa e o colaborador estão prontos para o emprego apoiado, ocorre o acompanhamento contínuo para garantir a manutenção da inclusão e o desenvolvimento de quem possui deficiência. Isso é feito por um consultor, normalmente formado em áreas do desenvolvimento humano, como psicologia e psicopedagogia.

O Instituto Jô Clemente (IJC) começou a trabalhar com o emprego apoiado em 2013. Antes de adotar a metodologia, o Instituto realizava oficinas sobre o tema do mercado de trabalho e a deficiência. De acordo com Victor Martinez, supervisor do Serviço de Inclusão Profissional e Longevidade do IJC, uma das queixas mais comuns das empresas é o baixo índice de retenção dos PcDs, ou seja, o tempo que eles permanecem na vaga. O diferencial do emprego apoiado reside na atenção a todas as etapas envolvidas no processo de contratação e pós-contratação.

“É comum as pessoas acreditarem que a inclusão acaba até a preparação, mas é preciso um acompanhamento após a colocação. Ele é feito por um consultor que faz visitas periódicas a cada 30 dias, em média, num período de normalmente 12 meses para que o ambiente de trabalho e o PcD recebam apoio”, enfatiza.

O método vai além de uma visão meramente assistencialista, promovendo uma cultura organizacional pautada na inclusão e na diversidade. O trabalho do IJC relacionado a emprego apoiado é focado em autistas e em deficientes intelectuais. “Não é comum que pessoas com deficiência intelectual sejam escutadas, é frequente que o outro faça por elas ao invés de fazer com elas. A condição da deficiência não é impeditiva para que as pessoas não conversem com elas, escutem seus desejos e desenvolvam os apoios necessários para sua inclusão”, complementa Martinez.

O supervisor do IJC expressa preocupação com os ataques à Lei de Cotas para PcDs, mas reconhece que a ampliação do debate sobre o tema da diversidade é promissora para um possível aumento de políticas públicas para PcDs. “O discurso é ótimo, mas precisa ser acompanhado de políticas públicas para gerar impacto”, conclui.

Sobre a ASID Brasil:

A ASID é uma organização social voltada à construção de uma sociedade inclusiva por meio de projetos de responsabilidade social, como voluntariado, inclusão no mercado de trabalho e desenvolvimento de gestão de organizações parceiras.

Com mais de dez anos de atividades, tem mais de 100 mil pessoas impactadas e mais de 7 mil voluntários. A ASID também possui reconhecimento a partir de prêmios nacionais e internacionais, como o Melhores ONGs Época e o United People Global. Mais informações em https://85r.df2.myftpupload.com/.

Sobre o Instituto Jô Clemente:

O Instituto Jô Clemente é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que previne e promove a saúde das pessoas com deficiência intelectual, apoia sua inclusão social, defende seus direitos, produz e dissemina conhecimento sobre o tema. O instituto atua desde o nascimento ao processo de envelhecimento, propiciando o desenvolvimento de habilidades e potencialidades que favoreçam a escolaridade e o emprego apoiado, além de oferecer assessoria jurídica às famílias acerca dos direitos das pessoas com deficiência intelectual. Mais informações aqui.

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Cartilha apresenta principais mitos que dificultam inclusão

Cartilha "violência da sexualidade na deficiência e a compreensão de gênero"
População com deficiência

Cartilha apresenta principais mitos que dificultam inclusão:

A sexualidade é intrínseca aos seres humanos, mas a possibilidade de exercê-la dignamente não é a mesma para todos.

Mais de 17 milhões de pessoas com deficiência precisam lutar para ter acesso a ela no Brasil. Seus corpos são percebidos como infantis, assexuais, hipersexuais, entre outras características, e essa distorção alimenta o preconceito e os estereótipos sofridos por eles.

Com o propósito de combater a desinformação sobre a relação entre sexualidade e gênero de pessoas com deficiência, a Ação Social para Igualdade das Diferenças (ASID Brasil) e o Instituto Mara Gabrilli produziram a cartilha “Vivências da Sexualidade na Deficiência e a Compreensão de Gênero”. O conteúdo foi elaborado pela neuropsicóloga Francisca Edinete e pelos assistentes sociais Rafael Fernandes e Anali Santos, e a análise e compilação de dados foram realizadas pelas assistentes sociais Bruna Morais e Maria Aparecida Valença.

A ideia do projeto surgiu após uma capacitação sobre o tema denominada “Troca de saberes”, promovida pela ASID, em parceria com o Instituto Mara Gabrilli, em novembro de 2020. Devido à demanda dos participantes por um material complementar, as organizações estruturaram a cartilha com os principais pontos e questionamentos apontados durante o encontro. “Aproveitamos tudo o que veio de insumo na capacitação, entre dúvidas e mitos”, explica Bruna Morais, do Instituto Mara Gabrilli.

Cartilha "violência da sexualidade na deficiência e a compreensão de gênero"

Sexualidade e gênero permeiam o cotidiano das pessoas com deficiência e de suas famílias e a cartilha é uma ferramenta com informações qualificadas acerca desses assuntos. Embora o artigo 6° do Estatuto da Pessoa com Deficiência explicite que a deficiência não afeta os direitos sexuais e reprodutivos, há diversas falsas premissas a respeito da temática. Por isso, a proposta do documento é promover a compreensão de que esses aspectos integram o desenvolvimento humano e minimizar os obstáculos enfrentados pelas pessoas com deficiência.

“Nossa responsabilidade como organização que atua em prol da inclusão social é trazer à tona e desmistificar assuntos muitas vezes considerados difíceis por pessoas com deficiência e familiares. Mais importante ainda é simplificá-los de forma que fique acessível a compreensão do assunto para o público alvo”, afirma a diretora executiva da ASID, Isabela Bonet.

Assexualidade e hipersexualidade estão entre os mitos debatidos:

O material enumera os principais desafios relacionados à conexão entre sexualidade e deficiência, como o estigma da incapacidade. Nele, a deficiência é considerada uma barreira para todas as áreas da vida, impedindo também o exercício satisfatório das relações afetivas. Um mito muito comum é o da assexualidade. Esse equívoco está diretamente vinculado à crença de que pessoas com deficiência são dependentes e infantis e, portanto, incapazes de usufruir de uma vida sexual.

Outra falsa premissa é a da hipersexualidade, como se pessoas com deficiência fossem pervertidas e sentissem desejos incontroláveis. Com a normalização de padrões estéticos, o sexo é considerado uma performance de corpos que atendem esses pré-requisitos e aqueles com deficiência são vistos como pouco atraentes, indesejáveis e incapazes de conquistar um parceiro amoroso e sexual.

Há ainda a ideia de que a deficiência impede o sexo com penetração e o orgasmo, resultando em disfunções sexuais vinculadas ao

desejo e ao clímax. “A deficiência pode até comprometer alguma fase da resposta sexual, mas isso não impede a pessoa de ter sexualidade e de vivê-la”, diz a cartilha. O último mito do documento é o de que a deficiência acarreta problemas no campo da reprodução como esterilidade, filhos com deficiência e dificuldade de cuidar dos descendentes.

Material enfatiza a importância do diálogo

No âmbito das questões de gênero, a cartilha comenta as expectativas sociais e como pessoas sem deficiência não estão imunes a elas.
Ao diferenciar identidade de gênero, orientação sexual e expressão de gênero, a cartilha mostra a diversidade de vivências e possibilidades no campo das experiências afetivas.

É essencial destacar que a inclusão das pessoas com deficiência não ocorre apenas com o rompimento das barreiras físicas: ela também é fruto de atitudes comportamentais. O material evidencia a falta de um olhar direcionado para as necessidades das pessoas e que conhecimento e diálogo são instrumentos capazes de mudar esses estigmas. “Fortalecer o diálogo é indispensável, tanto com profissionais de saúde, como com a família, para não privar a pessoa com deficiência. Se os pais não se sentem à vontade, podem acionar postos de saúde”, esclarece Bruna.

A falta de orientação sobre sexualidade e gênero deixa as pessoas com deficiência em uma posição de vulnerabilidade. Por isso, é preciso expor esses assuntos da maneira mais natural possível. Entre as dicas apresentadas para facilitar a abordagem estão: falar de forma clara, explicar sobre o corpo, higiene e cuidado, adaptar o assunto para a faixa etária e evitar fragilizar a pessoa.

Sobre a ASID Brasil:

A ASID é uma organização social voltada à construção de uma sociedade inclusiva por meio de projetos de responsabilidade social, como voluntariado, inclusão no mercado de trabalho e desenvolvimento de gestão de organizações parceiras. Com mais de dez anos de atividades, tem mais de 100 mil pessoas impactadas e mais de 7 mil voluntários. A ASID também possui reconhecimento a partir de prêmios nacionais e internacionais, como o Melhores ONGs Época e o United People Global. Mais informações em https://85r.df2.myftpupload.com/.

Sobre o Instituto Mara Gabrilli

O Instituto Mara Gabrilli é uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de promover a inclusão de autonomia de pessoas com deficiência através de projetos de assistência social que resgatam a autonomia e dignidade dessas pessoas, e do suporte e instrução sobre seus direitos. O instituto atua há mais de 20 anos e é uma referência em inclusão, acessibilidade e promoção da cidadania das pessoas com deficiência. Mais informações aqui.

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